terça-feira, 25 de abril de 2017

Expressão Idiomática 76. Diego.


Expressão idiomática 75. Manuel.

          Se não a souberem mal vejam os desenhos, esta pode "dar água pela barba". Ajudar-vos-ei, mas terão de trabalhar um bocadinho.
          Procurem Nuno Álvares Pereira. No item "vida religiosa" é que está a resposta. E assim, de passagem, aprendem um pouco de história. Força






         

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Expressão idiomática 74. Manuel.

          Esta expressão vai especialmente destinada para a Lupe e a Alicia e elas sabem porquê.

Expressão idiomática 73. Manuel.


domingo, 23 de abril de 2017

sábado, 22 de abril de 2017

sexta-feira, 21 de abril de 2017

quinta-feira, 20 de abril de 2017

terça-feira, 18 de abril de 2017

domingo, 16 de abril de 2017

Expressão idiomática 65. Manuel.

          Leiam a caixa de comentarios de "fazer uma tempestade num copo de água". Há uma dica.

sábado, 15 de abril de 2017

Expressão Idiomática 64. Diego.


Expressão idiomática 63. Manuel.

          Queria enviar  afetuosos cumprimentos ao meu colega e amigo Fernando Nacarino que, embora permaneça sempre na sombra, segue com interesse este blogue e a nossa brincadeira. Como é de praxe, vemo-nos na próxima segunda-feira muito cedo Fernando. Bom fim de semana.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Expressão Idiomática 62. Diego.


Expressão idiomática 61. Manuel.

          Julgo que esta expressão e muito conhecida por todos nós.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Expressão idiomática 60. Manuel.

           Acho que talvez esta seja um bocado difícil e por isso vou dar umas dicas. O que se vê no desenho são as pedras de um moinho que, em português, recebem mais um outro nome.
E  a outra parte tem a ver com o lugar onde a menina está colocada.

                      Estar __ __ __ ____. Que significa estar numa fase próspera, "estar em maré de sorte", ter influência ou importância.

          Quando eu coloco o tracinhos não é à toa, quer dizer, dois tracinhos palavra de duas letras, cuatro tracinhos palavra de quatro letras. Cismem.

Expressão Idiomática 59. Diego.


quarta-feira, 12 de abril de 2017

Expressão Idiomática 58. Diego.


Expressão idiomática 57. Manuel.

          Reparem que as duas imagens são da mesma expressão porquanto os dois grupos  estão a fazer a mesma coisa. Reflitam.
         

terça-feira, 11 de abril de 2017

Expressão Idiomática 56. Diego.


Expressão idiomática 55. Manuel.


Imagens do conto "A melodia mágica". Diego.






"A MELODIA MÁGICA". Diego.

Para Manuel, Nani, Mercedes, Patricia e Guadalupe.
CONTOS  DE  MEIA-TIGELA, PARA CRIANÇAS E NÃO CRIANÇAS.

“A MELODIA MÁGICA”.

Era uma vez, uma rapariga chamada Isabel, afoita, cuja paixão era tocar violino. Era uma vez, um rapaz chamado Nuno, primo da Isabel e colega de turma, intrépido e corajoso. Tinham nove anos.

A Isabel era órfã e morava com os seus tios e o seu primo numa quinta perto de Aboboreira, exígua vila agrícola e pecuária.

Ela “queimava as pestanas” a estudar, ao passo que o primo “fazia-se mota carrasco” neste tema. Teria sido por isso que os pais o afastaram da escola para trabalhar nas tarefas da quinta? Visto que o trabalho tinha resultado esgotante, retomou os estudos a pensar: “mal por mal, antes Pombal”.

O Lourenço, tio da Isabel, trabalhava, sempre, de forma muito organizada e, em consequência, a quinta era muito rentável. E a tia Margarida era, não só uma eficiente cozinheira, mas também uma infalível dona de casa.

O Nuno e a Isabel iam de autocarro à escola primária, em Aboboreira, almoçavam lá e retornavam para casa por volta das cinco, uma vez que tinham concluido as aulas de música da rapariga e o treino de futebol, onde ele era “aquela máquina” como guarda-redes.

Já na quinta, brincavam, faziam as tarefas escolares e ajudavam nas domésticas, para se deitarem antes das dez e meia.

A família tinha amizade com os vizinhos da quinta mais próxima, propriedade dos pais da Matilde, colega deles que tinha devoção pela sua avó Xana.

O sossego e o silêncio reinavam durante as noites e todos dormiam com a sensação agradável de “terem levado a carta a Garcia”.

No aniversário da Matilde os miúdos da sua aula e a professora Açucena tinham sido convidados para irem à quinta vizinha da Isabel e o Nuno.

Era um dia de primavera, estava sol e temperatura apracível. Quer a casa, quer o jardim estavam enfeitados com balões, flores e enfeites diversos, e as mesas todas estavam repletas de guloseimas e petiscos, além de que no bolo de aniversário havia nove velas aguardando a resplandecerem acesas.

A tia Margarida tinha colaborado a fazer os petiscos com a mãe da Matilde e a avó Xana, e o tio Lourenço a adornar a quinta com o pai da menina. Assim, os adultos essa tarde na quinta eram os cinco recentemente nomeados e a professora Açucena, mulher medricas de trinta e seis anos, que tinha desenvolvido, em pequena, uma incurável alergia pelo reino animal.

No decorrer do aniversário, tudo era alegria, felicidade e satisfação. A amizade da turma resplandecia junto da admiração, apego e ternura que os alunos sentiam pela sua professora.

Até foi engraçado que uma cabra pequena da quinta que tinha aparecido, de rompante, 
na festa apanhasse de surpresa a Açucena, que pulou a berrar nos braços do tio Lourenço. A cabra lambeu o prato dela e comeu o resto da sandes de atum, ovo e maionesse, enquanto o tio Lourenço ficava corado de vergonha com a ruiva e gira professora ao colo.

Depois de se deliciarem com o bolo e com a peça de música que a Isabel ofereceu à sua homenageada amiga, a tocar violino, os miúdos brincaram às escondidas na floresta próxima da quinta.

Em virtude do jogo, todos os meninos se tinham embrenhado nela à procura de engenhosos esconderijos. A Isabel, o Nuno e a Matilde ocultaram-se no esconderijo secredo da Matilde, uma antiga cabana em ruínas.
Imediatamente depois de terem ouvido a voz do Jorge e da Alicia a avisar de que iniciavam a busca, perceberam um cheiro nauseabundo e uns passos que faziam retumbar o chão num ruído terrível e muito desagradável, como se estivesse a passar um cilindro das estradas. Os colegas começaram a berrar, como se tivessem visto algo aterrador.
Seguidamente, se fez o silênçio. Nem se ouvia o voo das aves, mas o som dos galhos mexidos levemente com o ligeiro sopro do vento.
O Nuno e a Isabel sairam da cabana:
-       Joaaaanaaaa, Juuuuliaaaaa, Aliiiiiiciaaaaa, Jorgeeeeee………
Mas ninguém respondeu.
Agora, a Matilde saiu fora, com muito temor e sem encontrar senso-comum ao que tinha acontecido.
Deram uma pequena olhadela em redor à procura dos colegas, sem se afastarem demais, mas retornaram ao mesmo lugar sem terem visto nem ouvido nada. Deram uma segunda olhadela, mas “tudo como dantes, quartel-general em Abrantes”.
Súbitamente surgiu o Jorge a correr despavorido, com as suas ropas desfarrapadas. “Até ia a nove!” Continham-no para o sossegarem. Segundo ele, um bicho-papão enorme e peludo, com uma voz esganiçada tinha capturado os colegas, introduzindo-os lá dentro de um saco. E ele próprio tinha conseguido escapar gatinhando, num triz, para se ocultar entre os arbustos  e os troncos das árvores.
A Isabel descubriu umas pegadas gigantescas e, antes de que fosse mais tarde, combinaram segui-las todos juntos. Ascenderam um trilho íngreme e atravessaram um amplo terreno espalmado, até chegarem a uma caverna onde identificaram o cheiro desagradável que antes tinham experimentado. O esvoaçar de um bando de morcegos apavorou-os com a sua saída.
O cheiro era agora insuportável e a terra tremia incessantemente. Os miúdos esconderam-se rapidamente atrás de um matagal. Ficaram muito quietos e sem fazer o menor ruído. O bicho-papão saiu com o som esganiçado da sua voz a exprimir qualquer coisa ininteligível.
Era todo preto, veloso, feio, hediondo, horripilante, abjeto e colérico.
-      Que nojo! Logo que o bicho-papão se afastar, vou entrar na caverna, tugiu o Nuno.
Com o intuito de salvar os colegas, e dado que o perigo já tinha passado, a Isabel e o Nuno ultrapassaram a entrada da caverna, enquanto que o Jorge e a Matilde ficaram à espreita lá fora.
Tinham decorrido vinte minutos e os vigilantes começaram a impacientar-se. Surgiu outra vez o abalo de terra e o mau cheiro. Chamaram aos berros o Nuno e a Isabel, mas não tiveram resposta. Apressadamente tiveram de se esconder no amigável matagal.
O bicho-papão trouxe, nesta altura, uma pessoa dentro do saco a pedir auxilio. Reconheceram a voz e deram pelos cabelos ruivos que sobressaíam do saco. Teria, o bicho-papão, apressado a Açucena?
Começava a escurecer. A Matilde receava descambar. Tinha-lhe dado um palpite horroroso. O Jorge era agora o mais destemido e arrojado a pensar em atravessarem o bosque e regressarem à quinta para procurarem ajuda, assim que encontrarem o caminho.
Quando tinham atravessado o terreno espalmado e, no  preciso instante em que se dispunham descer o trilho, ouviram os seus nomes. A voz era muito familiar. Significava isto que o Nuno e a Isabel tinham conseguido resgatar os colegas das garras do bicho-papão e, uma vez que se aperceberam do seu regresso, tinham fugido por outra saída que acharam na caverna.
O Jorge e a Matilde disseram-lhes que a professora Açucena tinha, inexplicavelmente, sido sequestrada. Daí que o Nuno aconselhasse:
-      E se retornassem todos à quinta? É fulcral procurarem ajuda. Eu não posso permitir que o malcheiroso monstro faça qualquer malfeitoria a nossa professora baril. Por outras palabras, resgatá-la-ei sozinho!
-      “Bem prega frei Tomás, faz o que ele diz, não faças o que ele faz”, anuiu o Jorge.
A Isabel, a Matilde, o Jorge e as demais crianças foram pelo caminho de regresso à quinta, enquanto que o Nuno, enraivecido, rumou à caverna.
Contanto o malvado bicho-papão constatou que os catraios se tinham escapulido, abespinhou-se imenso e orquestrou uma esparrela para quem ousasse aproximar-se. O muito parvo do Nuno caiu nela e ficou pendurado do galho de um salgueiro, dentro de uma rede.
Finalmente, na altura em que o bicho-papão apareceu perante ele, aconteceu algo inesperado pelo malvado e perverso ser: a valente Isabel, com um deslumbrante vestido vermelho a condizer com os sapatos, surgiu, como se saísse de um conto de fadas, segurando o seu violino no ombro. Então, começou a tocar uma melodía fantasiosa que deixou atordoado o bicho-papão, que tendo caido esfalfado no chão tornou-se, misteriosamente, num louva-a-deus minúsculo. Terá, já, sido engolido por algum melro ou, se calhar, por uma pega?
A magnífica e brilhante ideia tinha sido da avó Xana. Teria ela experimentado, em pequena, uma aventura semelhante?
O Jorge, que tinha acompanhado a Isabel até o lugar, nesta proeza, soltou o pacóvio. E, concluindo, ambos chisparam em busca da professora ruiva.
E viveram felices para sempre!



sexta-feira, 7 de abril de 2017

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Expressão idiomática 47. Manuel.

          Próximos da Páscoa, esta imagem "calha como sopa no mel".

domingo, 2 de abril de 2017